Revisão da Norma ISO 9001:2015

A norma ISO 9001 encontra-se neste momento em processo de revisão, estando prevista uma versão DIS para Março de 2014 e a publicação final em Novembro de 2015.O primeiro draft da norma já foi submetido a comentários, estando previstas como principais alterações:

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Avaliação da Satisfação de Clientes

É necessário "ouvir os clientes" e adequar constantemente a oferta de serviços e produtos às suas expectativas e necessidades. Saber a cada momento como é que estes estão a percecionar o desempenho da Organização, escutar as pessoas que tomam decisões, melhorar áreas críticas de insatisfação, personalizar a oferta a cada segmento de mercado e comparar o desempenho com o da concorrência.

Os clientes são também uma fonte inesgotável de ideias pelo que um relacionamento dinâmico e aberto com eles permite identificar oportunidades de inovação e melhoria.

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Três Formas Simples de Alavancar a Inovação

As empresas com maior sucesso encontram a solução para as crises do mercado ampliando o seu foco na inovação. Isto é, encontrando oportunidades para melhorarem a eficácia, reduzir custos e colocando novos produtos e serviços no mercado.

Mas estas oportunidades necessitam de ser identificadas, e depois testadas e desenvolvidas internamente antes de serem implementadas. Terá a minha empresa tempo e recursos para isso? Que posso fazer de imediato, de forma simples e com os meus recursos limitados, para começar a alavancar a inovação? Sugerimos três formas:

 1. Comece a ouvir os seus colaboradores

Se valoriza a inovação, então demonstre aos seus colaboradores que valoriza as ideias deles. Os números demonstram que 85% das soluções, para os seus atuais problemas organizacionais, já existem na mente dos seus colaboradores. Faz sentido, aqueles que trabalham todos os dias com os seus produtos, clientes e mercado, são os melhores preparados para sugerir melhorias e identificar potenciais novos produtos e serviços. Parece tão simples, mas a maioria das empresas não conseguem aproveitar essa base de conhecimento notável de ideias e melhorias, pois é visto como incontrolável, ou como um sumidouro de recursos.

 2. Reconheça e recompense os seus colaboradores por serem inovadores

Uma grande parte das nossas empresas, simplesmente ainda não avaliou corretamente o potencial dos seus colaboradores. Se não medimos, não conhecemos e não podemos comparar. Se vai começar a pedir inputs pense desde logo como vai reconhecer regularmente aqueles que melhor contribuem, sem isso é provável que a participação não perdure. Pode criar um método simples de pontuação, como por exemplo: 1 ponto por cada sugestão, 15 pontos se uma ideia passa determinada avaliação, 100 pontos se a ideia alcança um benefício pré-estabelecido. A forma de recompensa pode depender da cultura da organização; o reconhecimento público é sempre muito valorizado e custa zero euros à organização, mantendo a motivação dos participantes. Um fator importante é a abertura: todos são elegíveis a qualquer momento. Sugestão: consulte a norma portuguesa NP 4457:2007 – Gestão da Investigação, Desenvolvimento e Inovação (IDI), sobre gestão de ideias e avaliação de oportunidades.

3. Realize desafios para resolver problemas da organização

Os desafios devem ser patrocinados pelos gestores de topo da organização. Adicionalmente à recolha de ideias, pode com esta metodologia simples impulsionar a inovação através da resolução de problemas internos específicos. Chame um diretor de um departamento da sua organização e faça-lhe a seguinte pergunta: “Se pudesse resolver um problema desconcertante do seu departamento, neste exato momento, qual seria?". Pegue na resposta, partilhe-a por toda a organização e transforme-a num desafio.  Coloque um limite de tempo para o desafio, para manter a urgência e aumentar o número rápido de soluções e ideias. O desafio deve ser comunicado pelo gestor de topo patrocinador. Se for necessário, repita o ciclo, mensalmente, trimestralmente, de acordo com os recursos existentes. 

Contacte-nos para conhecer as soluções que dispomos para melhorar a inovação da sua organização


 

Sistemas de Gestão da Formação Profissional – NP 4512

Foi publicado em Junho de 2012 pelo IPQ novo referencial de gestão para organizações que forneçam serviços e/ou produtos de formação. Esta norma - NP 4512:2012 “Sistema de gestão da formação profissional, incluindo aprendizagem enriquecida por tecnologia. Requisitos” permite a Certificação, possibilitando a diferenciação destas organizações no Mercado. Foram considerados os requisitos legais da Portaria 851/2010 permitindo assim também às organizações que a implementem prepararem-se para a obtenção da Certificação DGERT.


 

Segurança nos Equipamentos de Trabalho

Para assegurar que os equipamentos de trabalho se mantêm em boas condições de segurança, é obrigatório realizar, periodicamente, operações de verificação, inspecção e ensaio. Este requisito constitui obrigatoriedade legal, através da designada Directiva Equipamentos de Trabalho transposta para o direito nacional pelo Decreto-Lei n.º 50/2005, de 25 de Fevereiro, o qual regula as prescrições mínimas de segurança e de saúde para a utilização pelos trabalhadores de equipamentos de trabalho. 

Então, a inspecção e verificação dos equipamentos de trabalho é uma obrigação decorrente do art. 6.º do Decreto-Lei n.º 50/2005, as quais terão se der realizadas por “pessoa competente”, que o mesmo diploma define como: “a pessoa que tenha ou, no caso de ser pessoa colectiva, para a qual trabalhe pessoa com conhecimento teóricos e práticos e experiência no tipo de equipamento a verificar, adequados à detecção de defeitos ou deficiências e à avaliação da sua importância em relação à segurança na utilização do referido equipamento.”

A definição da periodicidade dessas verificações deverá, para as máquinas e equipamentos mais recentes, ser indicada, pelos fabricantes, nos manuais de instruções, discriminando as operações que constituem essas verificações. Para os equipamentos menos recentes, será necessário elaborar listas de verificação que contenham todos os requisitos de segurança do equipamento e os requisitos funcionais que afectem ou possam afectar a segurança dos utilizadores ou terceiros.

Para além das verificações periódicas, poderá ser necessária a realização de verificações e de carácter extraordinário, nas seguintes situações (DL 50/2005, art. 6.º):

  • Após a instalação ou montagem de equipamentos em novo local e antes da sua colocação em serviço, sempre que a segurança dos equipamentos dependa de alguma forma das condições dessa instalação;
  • Quando ocorram acontecimentos excepcionais tais como: acidentes, fenómenos naturais, transformações ou períodos prolongados de paralisação que possam afectar a segurança.

Os especialistas do Portal QAS podem-no ajudar a assegurar as adequadas condições de segurança do seu parque de equipamentos de trabalho. 


 

Nova norma para Sistemas de Gestão de Energia – ISO 50001

Esta norma publicada em 2011 pretende disponibilizar às organizações a possibilidade de melhorarem o seu desempenho energético, racionalizar custos e diminuírem os seus impactes ambientais, nomeadamente nas questões das alterações climáticas. Aplicável a todos os tipos de organizações, estima-se que a norma possa vir a contribuir até 20% da redução objectiva dos consumos de energia em média por organização. Desenvolvida pelos mesmos princípios de outros sistemas de gestão como aqueles da ISO 9001 para a Qualidade e ISO 14001 para o Ambiente pode ser facilmente integrada.


 

Nova Edição da Norma ISO 19011 Para Auditorias a Sistemas de Gestão

Editada em Novembro de 2011 pela ISO, organismo internacional para a Normalização, tem como objectivo facilitar a auditoria a sistemas de gestão. Avançando no âmbito da edição anterior de 2002, referenciada para sistemas da Qualidade ISO 9001 e Ambiente ISO 14001, esta nova norma aplica-se à generalidade dos sistemas de gestão, incluindo sistemas integrados, facultando os princípios e metodologias apropriadas para auditorias internas e externas, com a redução de custos, tempo e aumento de eficiência nas actividades de auditoria.


 

Revisão à Lei Geral de Gestão de Resíduos

Entre as alterações agora introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 73/2011 de 17 de Junho, salienta-se: o alargamento do mercado organizado de resíduos; a clarificação entre armazenamento preliminar e armazenamento antes de tratamento; isenção de licenciamento a um conjunto de actividades de valorização de resíduos; a introdução da guia de acompanhamento de resíduos electrónica (e -GAR); algumas substâncias passam a ser consideradas subprodutos de produção e não resíduos e outras deixam de ter o estatuto de resíduo; responsabilidade alargada do produtor (ciclo de vida do produto); alarga-se o registo (SIRAPA); disposições mais claras para a gestão de resíduos perigosos nomeadamente para os óleos usados. 


 

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